Uma dúvida frequente na cabeça do motorista: “Devo incluir o estepe no rodízio?”, já que a maioria dos automóveis ainda tem o estepe, o sobressalente, igual aos outros quatro. No post de hoje, vamos sanar essa dúvida para não errar com seu carro e evitar futuras dores de cabeça.
O escapamento tem a função de eliminar os gases que são gerados pela queima da mistura do ar e combustível de dentro dos cilindros. Esse sistema transporta o ar devidamente filtrado para fora do veículo. Esse processo evita que ele passe para o interior da cabine do carro, podendo trazer intoxicações ao seu condutor e os demais passageiros.
Mesmo sendo uma peça bem resistente, o escapamento ainda sim é considerado uma peça de desgaste natural e a partir de um tempo de uso do veículo precisa ser observada.
O sistema do escapamento é composto pelos seguintes componentes:
Logo de início essa pergunta já pode ser respondida pois o valor de uma recarga com energia elétrica pode ser cinco vezes mais barato do que abastecer um carro a gasolina. Exemplo: Um Fiat 500e tem uma bateria com capacidade de 42 KWh com uma autonomia de 320 km.
Diante de um mercado instável devido os acontecimentos globais, a alta no combustível volta a assombrar os motoristas.
É preciso colocar na ponta do lápis para buscar uma forma de economizar. O Post de hoje é destinado aos proprietários de veículos Flex, que possuem essa opção entre ambos combustíveis e orienta-los sobre qual está compensando mais.
A vela de ignição tem como objetivo acender a mistura de ar e combustível em cada cilindro de um motor a combustão. Ela é formada por um eletrodo central isolado, que percorre todo seu comprimento, e um ou mais de aterramento na extremidade inferior, esses eletrodos eram feitos normalmente de cobre, porém agora há também outros materiais como o irídio e a platina, e é sobre estes diferentes materiais que falaremos hoje.
Mesmo enfrentando grandes dificuldades como a crise dos semicondutores e quarentena, os automóveis foram amplamente comercializados no primeiro semestre de 2021, as vendas representaram mais de 30% de aumento em relação ao mesmo período do ano anterior (marcado pelo início da pandemia). Em números absolutos foram comercializados 1.006.685 veículos, o Fiat Strada foi o modelo mais vendido com 61.064 vendas, no top 50 Volkswagen e Fiat somaram 16 veículos, 8 cada uma, sendo estas as montadoras que mais apareceram no ranking. A grande novidade está na disputa hb20/onix, pela primeira vez em 9 anos, o veículo da hyundai ficou na frente, e estabeleceu a posição de carro de passeio mais vendido, o que pode ter contribuído para este acontecimento é o fato de que a GM está sendo uma das empresas mais prejudicadas pela crise dos semicondutores, chegando até anunciar a suspenção completa de sua linha de montagem. Confira a tabela abaixo com o ranking completo:
O mercado de duas rodas sofreu um aumento considerável no início de 2021, estamos falando de um crescimento superior a 45% em relação ao primeiro semestre do ano anterior. Segundo dados da Fenabrave, foram emplacadas 517.362 unidades de janeiro ao fim de junho, um número espantoso se considerarmos o cenário da pandemia do covid-19. A montadora Honda ficou em primeiro lugar entre as emplacadas, representando mais de 70% do total, em seguida vieram respectivamente Yamaha, Shineray e BMW, a moto mais vendida foi isoladamente a Honda CG 160 com quase 140mil unidades, seguida da Biz e Bross 160. Confira a tabela abaixo:
Carros manuais vs Automáticos, qual a melhor opção?
Este antigo debate, está cada vez mais presente nos dias de hoje devido ao avanço da tecnologia e maior quantidade de veículos automáticos em circulação. Aqui iremos fazer alguns comparativos abordando os seguintes parâmetros: facilidade para dirigir, preço, controle, velocidade, manutenção e segurança.